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  • ACOSTAMENTO NA BR-116/RJ SERÁ FECHADO ENTRE O KM-143,1 E KM-143,0 A PARTIR DESTA QUARTA-FEIRA


    A partir desta quarta-feira (24/05) e até 9 de junho, o acostamento entre o km-143,1 e o km-143,0 (Vila Maria Helena - Duque de Caxias), será mantido fechado no sentido Teresópolis. A medida é para possibilitar a construção de canteiro divisório entre o acostamento da via e rua lateral ali existente. As intervenções estarão sujeitas às boas condições de trafegabilidade da via e a concessionária sugere que os usuários planejem os seus deslocamentos com alguma antecedência em função de possíveis retenções.
    O local estará devidamente sinalizado e equipe da CRT atuará na orientação dos motoristas.

  • ACOSTAMENTO NA BR-116/RJ SERÁ FECHADO ENTRE O KM-139 E KM-139,8 A PARTIR DESTA SEGUNDA-FEIRA

    A partir desta segunda-feira (22/05) e até 22 de agosto, entre 7h e 17h, o acostamento entre o km-139 e o km-139,8 (Nova Campina - Duque de Caxias), será mantido fechado no sentido Rio. A medida é para possibilitar a construção de acesso ao empreendimento Caxias Park assim como a implantação de serviços complementares (defensas metálicas e sinalização vertical e horizontal). Durante este período poderá haver algumas interdições temporárias na faixa da direita no mesmo trecho aonde, nessas ocasiões, o tráfego fluirá em meia pista. As intervenções estão sujeitas às boas condições de trafegabilidade da via.
    O local estará devidamente sinalizado e equipe da CRT atuará na orientação dos motoristas.

  • RECUPERAÇÃO DE PAVIMENTO INTERFERE NO TRÁFEGO DA BR-116/RJ EM TRECHO DA SERRA NESTA SEGUNDA E TERÇA-FEIRA ATÉ O DIA 09 DE JUNHO

    Até 09 de junho, o tráfego entre os quilômetros 92 e 93 (Serra) da BR-116/RJ flui em sistema de pare e siga, durante 24h. Essa medida é para permitir a realização do serviço de recuperação do pavimento no sentido Teresópolis. A concessionária sugere que os usuários planejem os seus deslocamentos com alguma antecedência em função de possíveis retenções.
    O local está devidamente sinalizado, com equipes da CRT atuando na orientação dos motoristas. Para outras informações os usuários da BR-116/RJ devem ligar nos números 0800-0210278 e 0800-0210279 (deficientes auditivos e de fala), que funcionam em plantão 24h.

  • RECUPERAÇÃO DE PAVIMENTO INTERFERE NO TRÁFEGO DA BR-116/RJ ENTRE OS QUILÔMETROS 17 E 71

    Até 25 de julho, haverá pare e siga temporário em trechos entre os quilômetros 17 e 71, no trecho entre Teresópolis e sapucaia, para permitir a realização do serviço de recuperação do pavimento. O serviço será realizado diariamente entre 7h e 17h e os usuários provenientes do Rio de Janeiro que tiverem Teresópolis como destino não passarão pelo local da intervenção.
    O trecho estará devidamente sinalizado, com equipes da CRT atuando na orientação dos motoristas. Para outras informações os usuários da BR-116/RJ devem ligar nos números 0800-0210278 e 0800-0210279 (deficientes auditivos e de fala), que funcionam em plantão 24h.

  • ATENÇÃO MORADOR DE MAGÉ CADASTRADO NO PROGRAMA DE ISENÇÃO OU DESCONTO!

    VERIFIQUE A DATA DE VENCIMENTO DO SEU BENEFÍCIO, ASSIM COMO A DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA A RENOVAÇÃO.

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    DESDE 1º DE FEVEREIRO, OS CADASTROS VENCIDOS E NÃO RENOVADOS TIVERAM O BENEFÍCIO SUSPENSO ATÉ A REGULARIZAÇÃO DAS PENDÊNCIAS.

História | Mais História

Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ):

 um caminho com longa história

 A história da ligação entre a Capital, Rio de Janeiro, e a cidade serrana de Teresópolis percorreu um longo caminho até os dias de hoje, passando pelo lombo de burros, seguindo em carruagens, servindo de trilha às famílias imperiais, correndo nos trilhos da antiga estrada de ferro, até fazer parte da malha rodoviária federal brasileira. A Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ), como é conhecida atualmente, já foi chamada em alguns de seus trechos por Estrada Imperial ou Estrada Direta.

O ponto de partida para a via foi a Estrada Nova de Minas, em 1704, que encurtava em quatro dias o trajeto entre o Rio de Janeiro e as Minas Gerais. Já o primeiro caminho aberto reconhecidamente como ligação entre o Porto de Piedade, em Magé, na Baixada Fluminense, e o Alto da Boa Vista, atual Soberbo, na cidade de Teresópolis, foi obra realizada pelo comerciante português de origem inglesa, George March, inaugurada em 1826. Antes, a viagem, que durava cerca de um dia e meio, era feita com passagem por trás da Serra dos Cavalos.

Em 1908, foi implantada no trecho a Estrada de Ferro Therezopolis, que seguia do Cais da Piedade, em Magé, até o Soberbo. Quem partia do Rio de Janeiro seguia até o município da Baixada Fluminense em barcas saídas da Praça XV, na região central da Capital. A viagem até Teresópolis incluía a "aventura" da troca de locomotiva para que se transpusesse o terreno íngreme da Serra, e seguisse até a Estação do Alto (atual Praça Higino da Silveira). Dali, para se chegar à Várzea, no centro da cidade serrana, usavam-se charretes ou carretões, normalmente puxados por burros, o marco inicial do transporte público em Teresópolis.

Apesar de ser filho de José Augusto Vieira, construtor da estrada de ferro, Armando Vieira sonhava, em 1932, com a ligação rodoviária para Teresópolis seguindo pela Serra. A ideia foi tomando corpo até a fundação da Sociedade dos Amigos de Teresópolis, que tinha entre seus membros vários empresários, entre eles, Carlos Guinle. Foi este grupo que deu início às obras do primeiro trecho da via, como forma de comprovar junto aos órgãos governamentais que aquela era uma real aspiração dos teresopolitanos.

O grupo conseguiu recursos para abrir o trecho entre o Alto e o Soberbo, num total de dois quilômetros. Em 1948, finalmente, veio a sinalização por parte do governo federal de que estudos seriam feitos para analisar a viabilidade da construção do trecho requerido. E, neste momento, foi fundamental a intervenção do Comandante Heleno Nunes, junto ao Ministro da Viação e Obras Públicas do presidente Juscelino Kubitschek, o almirante Lucio Meira, de quem era oficial de gabinete, para aprovação do projeto e autorização para a obra.

A obra que finalmente ligaria, de forma rápida e direta, Teresópolis ao Rio, com uma via que transpusesse o trecho da Serra dos Órgãos, foi autorizada em 1955, pelo antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), hoje DNIT. O engenheiro Pierre Berman, auxiliado pelo irmão Raul Berman, ficou encarregado de colocar o projeto em prática.

Antes da construção do trecho da serra havia a necessidade de se acessar a cidade de Petrópolis e a partir da ligação por Itaipava para chegar a Teresópolis, numa viagem que durava cerca de 3h30.

A Rio-Teresópolis foi incluída como BR-4 no Plano Rodoviário Nacional, passando pela Baixada Fluminense, depois por Teresópolis, seguindo até São José do Além Paraíba e, dali, para o Norte do país, num trajeto que corresponde à atual Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ). O trecho da Serra da Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ) foi inaugurado a 1º de agosto de 1959, em grande festa que contou com a presença do presidente Juscelino Kubstichek.

Também sob a administração do DNER, além do atual traçado da Serra (1956/1959), foram construídos o trecho Teresópolis-Além Paraíba (1958/1974) e duplicado o trecho entre Duque de Caxias e o início da Serra (1973 /1981).

Em agosto de 1995, a Construtora OAS venceu a concorrência do DNER para a administração da rodovia e convidou as empresas Carioca Christiani-Nielsen Engenharia S/A, Construtora Queiroz Galvão S/A e EIT-Empresa Industrial Técnica S/A para formar a CRT - Concessionária Rio-Teresópolis S/A que, desde 22 de março de 1996, administra a via.

Em 1998, com dois anos de concessão, a CRT foi a primeira concessionária de rodovias federais da América Latina a receber o Certificado ISO 9002 para todos os setores da empresa. No ano seguinte, 1999, a concessionária recebeu o reconhecimento internacional com o prêmio Toll Inovation Awards pelo projeto "Cowboys do Asfalto", criado em apoio às ações da Polícia Rodoviária Federal.

O maior prêmio para a CRT tem sido os resultados do IBOPE, que, nos últimos 5 anos, mostraram um índice de aprovação superior a 88%, trazendo a certeza da excelência dos serviços oferecidos aos usuários.

Fonte: Boletim CRT Boa Viagem/ Folheto OAS/DVD A História da Estrada Direta- Rodovia Rio-Teresópolis (Br-116/RJ)

 

 

 
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