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  • BR-116/RJ TERÁ TRECHOS DE ACOSTAMENTO FECHADOS PARA OBRAS DE CONTENÇÃO

    A Concessionária Rio-Teresópolis (CRT) avisa aos usuários da BR-116/RJ que ocorrerá o fechamento do acostamento para obras de contenção de encosta, nos quilômetros 73,7 e 73,8, na localidade de Três Córregos, sentido Rio de Janeiro, onde será mantido até 23 de fevereiro e, no km- 30,3 (Aparecida), sentido Teresópolis, até 22 de junho. O serviço acontecerá diariamente, entre 8h e 17h, mas o acostamento permanecerá interditado 24h até o término das obras. A CRT esclarece que os motoristas que seguem do Rio de Janeiro para Teresópolis não passam por esse trecho.
    Embora as intervenções estejam sujeitas às boas condições de trafegabilidade da via, a CRT sugere aos usuários para que planejem seus deslocamentos com antecedência, em função de possíveis retenções. Os locais estarão devidamente sinalizados e equipes da CRT serão mantidas no trecho para orientação dos motoristas. Para outras informações os usuários da BR-116/RJ devem ligar nos números 0800-0210278 e 0800-0210279 (deficientes auditivos e de fala), que funcionam em plantão 24h.

  • RUA LATERAL NO KM-67,5 DA BR-116/RJ FICARÁ EM MEIA PISTA ATÉ 28 DE MARÇO

    A Concessionária Rio-Teresópolis (CRT) avisa os usuários da Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ) que, até 28 de março, a rua lateral no km- 67,5 dessa via, na localidade de Pessegueiros, terá tráfego em meia pista. Essa medida é para permitir a manutenção de encosta ali existente.
    A Concessionária sugere que os usuários planejem os seus deslocamentos com alguma antecedência em função de possíveis retenções. O local com intervenção estará devidamente sinalizado e equipe da CRT atuará na orientação dos motoristas.

  • CRT ALERTA A USUÁRIOS DA BR-116/RJ PARA QUE REDUZAM A VELOCIDADE NO KM-80,3


    A Concessionária Rio-Teresópolis (CRT) alerta os usuários da Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ) para que trafeguem em velocidade reduzida em ambos os sentidos no km-80,3 (Ermitage), onde há a implantação de sinalização emergencial no Trevo do Residencial Ermitage composta por seis redutores de velocidade, sinalização horizontal e vertical de desvio de eixo e regulamentação assim como de supercones indicativos de traçado com iluminação noturna.
    O local está devidamente sinalizado, com equipes da CRT orientando o tráfego de veículos. Outras informações podem ser obtidas pelos números 0800-0210278 e 0800-0210279 (deficientes auditivos e de fala), que funcionam em plantão 24h.

O que é Concessão Rodoviária

 Programa Brasileiro de Concessões Rodoviárias 

O Programa Brasileiro de Concessões de Rodovias teve início na década de 90 como alternativa à falta de recursos federais para a recuperação, melhoria, manutenção e expansão da malha rodoviária nacional. O Brasil tem o segundo maior conjunto de rodovias no mundo, sendo que, deste, atualmente mais de 14 mil quilômetros são em rodovias concedidas, operadas por 51 empresas, que já investiram cerca de R$ 16 bilhões em 15 anos. Segundo dados do Coppead (Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação em Administração de Empresas da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ), o modal rodoviário responde por cerca de 60% do volume de cargas transportadas no Brasil.

O Sistema de Concessão permite a transferência, por meio de licitação, de um serviço ou bem público à iniciativa privada por prazo determinado (a propriedade continua sendo da União). No caso das rodovias, este prazo está entre 20 e 30 anos, após o qual o contrato poderá ser renovado ou não. Caso não haja esta renovação, o bem ou serviço volta à responsabilidade do poder concedente (governo), incorporando-se nesta transferência todas as benfeitorias executadas (obras, instalações, equipamentos e frota, entre outros). 

A atuação das Concessionárias Federais de Rodovias é regulamentada e fiscalizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), do Ministério dos Transportes. Este sistema foi adotado no País como alternativa para recuperar e aprimorar parte significativa da malha rodoviária brasileira, uma vez que as rodovias encontravam-se num nível alto de degradação, devido à falta de investimentos públicos. Com o fim do Fundo Rodoviário Nacional, em 1988, cujos recursos eram obrigatoriamente aplicados nas rodovias, não havia outra fonte de recurso disponível, a não ser a capacidade de investimento da iniciativa privada.

Pelas rodovias brasileiras são transportadas, anualmente, 1,2 bilhão de pessoas, ou seja, 95% de todo o transporte de passageiros do País.

    

   

 

 
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